The Elephant Room

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Re: The Elephant Room

Mensagem por William Reddington em Qui Maio 12, 2016 11:47 pm

William-Narração

William quando abordado por Emma, deixa escapar uma leve gargalhada dizendo:

-Muito boa noite minha querida Emma, me entristeço por não ter me reconhecido mesmo eu estando de máscaras, porém, entendo.

O Vampiro ergue lentamente a máscara enquanto diz:

-William Reddington minha querida...

Então tomou a mão da Ventrue e a beijou de forma gentil, Emma sabia muito bem de quem se tratava aquele homem, o Ventrue tinha tanto prestígio na seita quanto no clã Ventrue, o que mais surpreendia a Ventrue (Emma) talvez fosse que William não estava com sua sombra Zaki ao lado, surpresa que talvez causasse até certo mal estar para aqueles que estavam acostumado com a presença do Negro ao lado de William, isso fazia muitos ali quando mesmo se revelou, pensassem que tipo de tramoia aquele vampiro estava planejando chegando sozinho naquela festa.

...

Por fim, William baixou a mascara, travando-a novamente com um clique no rosto, por fim soltou a mão da mesma e disse em um tom simpático:

-Está magnifica como sempre Senhorita Emma, deixe-me ir agora, preciso dar algumas voltas para ver se está tudo em seus devidos lugares.

O Ventrue esperou como um cavalheiro que a mesma lhe desse permissão para seguir seu caminho.

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Re: The Elephant Room

Mensagem por Narrador em Sex Maio 13, 2016 1:00 am

Narração - Mifune - Miguel

Frida olha para seus iguais e se acalma depois de um tempo, parecia que o problema não era bem a máscara e sim Emma Smith.

Porém para evitar chamar mais atenção para si, vai até o local apontado e pega uma máscara de hóquei.

_Vamos!

Off: Após entrarem podem supor que passou um tempo na festa e postar no horário atual que vai ser de 01:30.
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Narrador em Sex Maio 13, 2016 1:19 am

Narração - Seraph

Seraph após escolher uma máscara que lhe aprouvesse, adentra o local e nota que naquela hora em que chegara a casa estava cheia.

Proura William em meio ao multidão e logo reconhece o mesmo, estava usando uma máscara do Frankstein.



Off: Entre busca minuciosa e resolução de problemas, Seraph se vê no horário de 01:30.


Última edição por Narrador em Sex Maio 13, 2016 1:24 am, editado 1 vez(es)
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Narrador em Sex Maio 13, 2016 1:23 am

Narração - William

A vampira sorrir ao notar que era William.

_Minha nossa, você conseguiu me enganar rsrss...

Emma pensou em dizer algo a mais, e o ventrue teve a plena certeza que seria sobre Zaki, mas preferiu manter a descrição.

Após a despedidaa vampira diz:

_Faltam poucos chegarem, após isso, também vou entrar e aproveitar o final da festa.

_Até breve meu caro.

Off: William entre e socializa, até o horário de 01:30.
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Narrador em Sex Maio 13, 2016 1:38 am

Narração - Obah (Anabele - Hecate)

Ernest dispensa Emma.

_Já conheço o caminho. Afinal, este projeto foi meu! -Sorri de forma cordial-

Ernest conduz Obah pela passagem secreta agora aberta e saem em um imenso salão.

Ao cruzar a porta, nota que no maciço da mesma estava talhado imagem da queda de Lúcifer e seus anjos.

Finalmente Obah entende o propósito de Ernest ter escolhido aquela máscara demoníaca.



Todos sem excessão, que estava no local olham para o casal exótico que entrou no recinto, parece que Ernest usou algum tipo de poder.

Os olhos do demônio se encontram automaticamente com de Ada. Ernest nitidamente esculpiu a máscara que usava para afrontar com a imagem dois ambos caídos. Nitidamente ele assumiu aquela maldição e danação com um pouco de bom humor. Sim, ele sabia sobre aquela imagem esculpida na porta.

...

Não obstante a isso o teto de músicos escolhe uma música propícia a situação, se tratava de uma canção de Robert Johnson, regravada pelo próprio Eric Clapton, que se fazia presente como músico convidado.


...


CANÇÃO:

ME AND THE DEVIL

Early this mornin'
when you knocked upon my door
Early this mornin', ooh
when you knocked upon my door
And I said, "Hello, Satan,"
I believe it's time to go."
Me and the Devil
was walkin' side by side
Me and the Devil, ooh
was walkin' side by side
And I'm goin' to beat my woman
until I get satisfied
She say you don't see why
that you will dog me 'round
spoken: Now, babe, you know you ain't doin' me
right, don'cha
She say you don't see why, ooh
that you will dog me 'round
It must-a be that old evil spirit
so deep down in the ground
You may bury my body
down by the highway side
spoken: Baby, I don't care where you bury my
body when I'm dead and gone
You may bury my body, ooh
down by the highway side
So my old evil spirit
can catch a Greyhound bus and ride

TRADUÇÃO:

Hoje de manhã cedo
Quando você bateu na minha porta
Hoje de manhã cedo, ooh
Quando você bateu na minah porta
E eu disse, Olá, Satan,
Eu acho que está na hora de ir
Eu e o Demônio
Estávamos andando lado a lado
Eu e o Demônio, ooh
Estávamos andando lado a lado
E eu irei bater na minha mulher
Até ficar satisfeito
Ela diz: Voce nao sabe o porquê
de estar me tratando como um cão
fala na musica: Agora, babe, você sabe que nao está fazendo direito comigo
ok, nao sabe
Ela diz: Você na sabe o porquê, ooh
de estar me tratando como um cão
Deve ser o velho espírito
enterrado la em baixo da terra
Você pode enterrar meu corpo
la em baixo na beira a auto estrada
fala na musica: Baby, nao to nem aí pra aonde você vai enteerrar meu
corpo quando eu to morto
Voce pode enterrar meu corpo, ooh
La em baixo na beira da estrada
Entao meu velho espírito maligno
pode pegar um onibus e pilotar

Off: Somente Anabele, Obah e Hecate, dos jogadores da mesa, visualizaram a cena.

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Re: The Elephant Room

Mensagem por Seraph em Sex Maio 13, 2016 1:50 am

*Escolho uma que era usada pelos médicos durante a peste negra, se assemelhava(depois coloco à img p q no celular e difícil), no momento a estou usando de lado na cabeça como alguns usam seus bonés, reconhecendo Willian vou até o mesmo.*


-SrWillian boa noite, impecável como sempre, mas diferente. Não vejo sua sombra...literalmente. Mas sei que tem outras por aqui, o que é muito bom. De qualquer forma, quero saber se há algo em específico ou lugar que queira que eu fique. A festa está um tédio mesmo, então é melhor eu trabalhar!

*[Imaginando] Só  assim mesmo para ele ter coragem de andar sem seu lambe bolas preferido.*
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Narrador em Sex Maio 13, 2016 2:23 am

Narração - Anabele



Ethan pede a seguinte canção aos músicos:

Tears in Gravem

Would you know my name
If I saw you in Heaven?
Will you be the same
If I saw you in Heaven?
I must be strong
And carry on
'Cause I know I don't belong
Here in Heaven
Would you hold my hand
If I saw you in Heaven?
Would you help me stand
If I saw you in Heaven?
I'll find my way
Through night and day
'Cause I know I just can't stay
Here in Heaven
Time can bring you down
Time can bend your knees
Time can break your heart
Have you begging please
Begging please
Beyond the door
There's peace
I'm sure
And I know there'll be no more
Tears in Heaven
Would you know my name
If I saw you in Heaven?
Will you be the same
If I saw you in Heaven?
I must be strong
And carry on
'Cause I know I don't belong
Here in Heaven
'Cause I know I don't belong
Here in Heaven
Será que você saberia o meu nome
Se eu te visse no paraíso?
Será que você seria o mesmo
Se eu te visse no paraíso?
Eu preciso ser forte
E seguir em frente
Porque eu sei que não pertenço
Aqui no paraíso
Será que você seguraria na minha mão
Se eu te visse no paraíso?
Será que você me ajudaria a levantar
Se eu te visse no paraíso?
Eu encontrarei o meu caminho
Pela noite e pelo dia
Porque eu sei que não posso ficar
Aqui no paraíso
O tempo pode te deixar deprimido
O tempo pode fazê-lo curvar-se
O tempo pode despedaçar o seu coração
Fazê-lo implorar por favor
Implorar por favor
Além do escuro
Há paz
Com certeza
E eu sei que não haverão mais
Lágrimas no paraíso
Será que você saberia o meu nome
Se eu te visse no paraíso?
Será que você seria o mesmo
Se eu te visse no paraíso?
Eu preciso ser forte
E seguir em frente
Porque eu sei que não pertenço
Ao paraíso
Porque eu sei que não pertenço
Ao paraíso.


...

Após isso o vampiro retorna e pede a dança a sua acompanhante.

_Somente a deus pertence nosso futuro minha amada amiga...

_Somente a ele!

O Vampiro esteve a mão.

_Tire esse olhar de tristeza e me acompanhe!

Off:mesaqq a dança, Anabele sente uma certa paz. Parece que o príncipe usava o don de Malkav para abrandar sentimentos que não eram muito bons.

O tempo voa e algumas pessoas se sentam e saem na mesa do príncipe, obviamente ele apresenta a todos e alguns deles inclusive relata o motivo de estar na cidade e todo apoio logístico que daria.
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Obah Abdalla em Sex Maio 13, 2016 2:48 am

Obah adentra o grande salão, seus olhos recaem sobre a pintura e após admirá-la um certo tempo como qualquer bom toreador faria se vira para Ernest que usa de seus poderes para atrair a atenção dos presentes para eles.

Gostava de ser o centro das atenções, principalmente quando isso não lhe representava perigo aparente.

Ao perceber que Ernest recai o olhar sobre a irmã de clã sorri de canto, o jogo finalmente começou.

Encosta-se nele como se a dançasse. Mas Ernest percebe algo diferente naquele movimento estranho porém sensual... Ernest sabe muito bem o que Obah fazia.
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Miamoto Mifune em Sex Maio 13, 2016 3:07 pm

(Mifune andava com Frida e Miguel ao seu lado, e já estava de saco cheio daquela festa, por sorte a máscara não deixava ninguém notar suas caretas que fazia para cada membro que ele via, enquanto caminhava com a espada em sua mão direita, parecia uma extensão de seu corpo)

Essa gente, essa música, esse lugar... Isso tá me deixando com os nervos à flor da pele

(O samurai para se distrair resolve acompanhar com o olhar quantos seguranças via na festa e que tipo de armas eles pareciam carregar, depois ele caminhava até a saída e checava quantos conseguia notar lá fora)
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Miguel Rodrigues em Sex Maio 13, 2016 3:46 pm

Miguel nunca tinha ido a um evento deste porte, mas não iria reclamar, a ultima vez que tinha visto tantas mulheres bonitas assim, foi quando teve que invadir um dos desfiles da Victoria's Secret, para matar um vampiro que ele descobriu ser maquiador das modelos, isso na sua vida humana ainda, antes de fazer parte dos "malvados", em momentos assim, depois de se transformar, ele para e pensa, quantos cainitas inocentes, como ele, que não matava para se alimentar, não tinha tido escolha em se transformar, e só estava tentando viver o melhor que a não-vida poderia oferecer sem machucar os outros, ele tinha matado e destruído seu incerto futuro, uma melancolia tomou conta do vampiro, que colocou sua mascara para tentar disfarçar um pouco.

Ele olha para Mifune e percebe sentir o desconforto do oriental, a máscara escondia o rosto, mas ele era ótimo em ler expressões corporais, e o jeito que ele apertava a espada, fazia demonstrar que ele gostaria de arrancar a cabeça de alguma pessoa ao lado dele, não por raiva, ou por razões pessoais, apenas para criar alguma agitação e diversão da festa, e Miguel admitiria, que estava louco para que ele fizesse isso mesmo, talvez aquela noite acabasse divertida, caso algo assim acontecesse.

-Quer um segredo para ajudar a diminuir o tédio?- Ele fala para os dois companheiros de modo que apenas eles escutassem- É um jogo que eu e minha irmão jogávamos quando eramos pequenos, não é o mais divertido, mas pode ser útil.- Ele abre um sorriso curto- Escolha um alvo, não pode ser algo fácil, quanto mais difícil melhor, imagine um jeito de acabar com ele, e sair vivo daqui, pode ser furtivamente, ou apenas tacando o foda-se, explodindo a cabeça dele e correndo dos seguranças, analisem todas as saídas, a frequência que os seguranças trocam de lugar, e as prováveis chances de você sobreviver a esta "missão"- Diz ele fazendo sinal de aspas com os dedos, Ele olha ao redor- No momento, meu alvo, é o homem com a máscara de demônio, do outro lado da sala, parecida com a sua Mifune.

O bom humor nele tinha voltado, pegou um Martini de um garçom que passou ao seu lado, e analisou o bar.

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Re: The Elephant Room

Mensagem por William Reddington em Sex Maio 13, 2016 4:42 pm

William-Seraph

William aproveitava a música enquando observava seus homens trabalhar, grande parte deles estava fazendo parte da segurança, enquanto outros se misturavam aos membros e ao gado do local.


....

Até que Seraph o aborda, William mantinha o mesmo sorriso por debaixo da máscara, mesmo que o Malkaviano não pudesse ver, era um trejeito do Ventrue sua marca registrada era aquele sorriso incomodo no rosto, sua voz apesar de bela aos ouvidos de todos, como sempre era carregada por um ar risonho, tornando-a quase a todo tempo sarcástica. Por fim, estendeu a mão para Seraph para cumprimenta-lo e respondeu suas palavras:

-Muitoo Boa noite Senhor Seraph, não tão impecável quanto eu queria, mas o suficiente para uma festa dessas.

William soltava a mão de Seraph(caso o mesmo o cumprimentou com o aperto de mão) e então continuou enquanto ajeitava sua própria gravata, o respondendo agora sobre sua sombra:

-Quanto a Zaki, vocês não o verão tão cedo mais!

O Ventrue deu uma leve gargalhada enquanto esfregava as mãos e concluiu:

-Zaki está morto, eu mesmo o matei com um tiro na cabeça.

William abria o palitó do terno exibindo a arma guardada abaixo dele e concluiu:

-Ele se mostrou um empecilho aos meus planos e eu o matei, um tiro queima roupa da própria pistola dele, bem acima da nuca.

Seraph talvez se espantasse ou duvidasse do que o Ventrue falava, a calma e o jeito confortável na qual aquele vampiro falava era até mesmo perturbadora, afinal, o mesmo por diversas vezes dizia o quanto ele e sua sombra eram amigos, na verdade, muitos sabia que Zaki era família para William, então aquele relato frio em meio a risos, era duvidoso pelo que conheciam, mas assustador em pensar que aquele Ventrue, seria capaz de assassinar alguém que ele considerava família para seus planos. Seja como for, William mostrava aos poucos o tipo de monstro que ele era.

...

Por fim, olhou em volta seguindo o assunto num tom normal, mesmo após o relato:

-Notou algo estranho na festa ou está tudo ok meu amigo?

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Re: The Elephant Room

Mensagem por Miamoto Mifune em Sex Maio 13, 2016 5:22 pm

(Mifune não consegue esconder a risada, a brincadeira era algo que ele já estava fazendo instintivamente. Porém da forma que o Gangrel colocou parecia bem mais divertido)

Fazer esse tipo de brincadeiras num ambiente como esse...se uma das harpias te ouvissem, vc nem imagina a histeria coletiva que isso ia causar.

(Mifune parecia dar um cremão em Miguel e então ele se vira na direção do Willian)

Eu mataria aquele ali com a máscara de caveira negra, falando com o senhor médico medieval. Boa parte dos homens espalhados pela festa é dele e acredito que aqueles ali próximo dele seja alguns seguranças à paisana. Só o ato de chegar perto mal intencionado já seria um desafio. O melhor jeito de atacar qualquer um dos homens citados, seria utilizando o ataque Banzai. Você conhece esse tipo de ataque?!

(A medida que Mifune ia falando e olhando para Miguel o mesmo percebia que o samurai era bem fora do normal, ora agia como um samurai antigo, militar rígido no estilo que não se ver por aí. Mas na maioria das vezes parecia um membro da Yakuza, usando sarcasmos e ficando agitado.)
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Miguel Rodrigues em Sex Maio 13, 2016 5:58 pm

Miguel ouve o que o oriental fala.

-Olha, lhe garanto que se eu soubesse o que era uma harpia, eu poderia ter ficado um pouco mais preocupado, mas moderarei minhas palavras- Ele ri enquanto devolve o martini na bandeija de outro garçom, ele ainda pegava o copo por instinto, do tempo que desfrutava beber, vira e analisa o homem de máscara que Mifune falou, certamente parecia um desafio- Não sei o que seria este ataque Banzai, mas posso apostar que envolveria essa espada e muito sangue.- Ele pega sua máscara e a ajeita, por ser um pouco pequena ficava ameaçando cair- O que eu faria, seria uma distração, provavelmente uma briga perto da porta, os seguranças do local, e alguns dele, tentam separar e controlar a turba, provavelmente os selecionados especialmente por ele, vão se juntar ao seu redor, tentando protege-lo, assim você elimina qualquer ameaça que pudesse flanqueá-lo, com os seguranças ao redor dele, ele praticamente não conseguirá se mover, ou seja, um tiro fácil, como você usa uma espada, teria que achar uma brecha entre eles, talvez outra distração próxima, do lado oposto ao seu, mas para isso, é claro, precisaria de dois aliados.

Ele gargalha, e olha para Frida, ela não parecia muito feliz com a ocasião, e muito menos com seus dois companheiros "planejando" matar duas pessoas aparentemente importantes na festa.
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Anabelle- Ethan

Mensagem por Anabelle em Sex Maio 13, 2016 7:59 pm

*Anabelle  tudo observa sem nada  falar, quando é apresentada a alguém é educada e simpática. Assim que a música começa ela escuta com atenção, sempre se impressionara com a maneira que ligavam demônios ou qualquer tipo de criatura sobrenatural à crueldade sem escrúpulos. Nota que muitos pareciam extasiados com a letra, e deixavam-se embalar pela melodia. Não entendia o por quê de tantos preferirem usar a imortalidade para fazer uso da maior gama de malevolência possível.
Bem era verdade que ás vezes  era necessário ser duro e talvez um pouco ríspido, mas, aquele comportamento quando repetido dia após dia tornava o coração empedernido e insensível. Qual era o objetivo de ser imortal, quando nada mais causa regozijo ou felicidade sincera?
Quando a única fonte de prazer e gozo é tornar-se cada vez mais parecido com o pior esterótipo possível de demônio?
Mas, Anabelle era tida como lunática por muitos, e outros tantos sequer  levavam-na a sério qunado  ela expunha sua real opinião sobre o papel da Camarila, e dos cainitas na sociedade.
Com o tempo ela aprendera que suas convicções deveriam ser compartilhadas apenas com seus amigos invisíveis.
Aquela música apenas a  fizera entender que em Austin não seria diferente de tantos outros lugares que  já passara. Mesmo tendo simpatizado imensamente com Ethan, e estar ali para juntar-se a ele em sua batalha,  teria de vestir sua “máscara”. O irônico era  que sua “máscara” era justamente o oposto da utilizado pela maioria ali. Anabelle devia mostrar-se ferina, insensível e até mesmo implacável em alguns momentos. Isso a cansava imensamente, a maldade intriseca presente na sociedade cainita, permitia que ela  se mostrasse com sinceridade a maioria do tempo, e  ainda assim todos acreditarem que aquela era sua máscara.
A malkaviana sacode negativamente a cabeça, mordendo com força o lábio inferior, a ponto de perfurá-lo, quando a pequena pontada de dor é sentida, e o gosto cálido do propriovitae é sentido pela língua, imediatamente ela para. Passa a mexer nervosamente no pingente pendurado em sua gargantilha.
Aquela grande quantidade de membros reunidos começava a deixá-la inquieta e até mesmo um pouco receosa.
A canção que Ethan pediu começa a tocar, a letra melancólica faz com que a descendente de Malkav sinta-se ainda pior, a angústia em seu íntimo aumenta a cada segundo, ela já cogita a possibilidade de ausentar-se da festa quando gentilmente o príncipe a convida para uma dança.
Com um sorriso gentil ela agradece o convite, e sente-se ainda mais grata pela sensibilidade de Ethan ao perceber sua agitação acalmando-a com seus dons.
Enquanto eles dançam, Anabelle aproxima seus lábios da orelha de Etham e sussurra:*
-Obrigada.
*O tom de voz era  visivelmente aliviado e agradecido. Agora mais calma e segura, Anabelle se deixa levar pela melodia e graciosamente acompanha o príncipe naquela dança.*
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Hecate - Narração

Mensagem por Hecate em Sex Maio 13, 2016 11:05 pm

- Mas você está maravilhosa! Disse Hecate, em resposta à Emma Smith, estampando um sorriso largo e convidativo.

Ergueu então até a própria face a máscara que usaria a partir da recepção, como uma adolescente que apresenta o traje para a amiga (Emma). Segurava a máscara, branca com ornamentos dourados, por uma haste de um dos lados, porém, poderia optar por prende-la à face no decorrer da festa.

- Muito obrigada por me receber tão bem nesse meio que, vou confessar... Chegou mais perto dos ouvidos de Emma enquanto fitava Maxmiliana com olhares maliciosos, para então sussurrar: - É o núcleo mais belo, não só do feudo, mas da cidade... Segurou então o braço de Jessie, como um político que procura trazer para si todas as ovelhas: - Por favor, Emma, não deixe de se juntar a nós assim que puder. Eu simplesmente ficaria honrada... Finalizou, escancarando um novo sorriso.

Deu uma mão para Jessie e para sua acompanhante Harpia, Hecate deu o braço, já que com a mesma mão segurava a própria máscara. Dessa forma, entrou no Baile, muitíssimo alegre: - Vamos arrasar... Disse, fitando suas companhias de um lado e do outro à medida que procuravam um lugar onde pudessem se colocar. Nesse momento, aparece Ernest, roubando para si as atenções. Inevitavelmente, a loira vê o próprio sorriso se apagar lentamente, muito embora amasse seu criador, amava ainda mais a si.

Tão logo deu-se conta de que aquela máscara não cobria seus lábios inexpressivos ante a chegada do próprio pai, passou novamente a demonstrar alguma simpatia, antes da música terminar. Quando então finalmente soltou a mão atada a de Jessie, acenando para Ernest com delicadeza.

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Re: The Elephant Room

Mensagem por Narrador em Sab Maio 14, 2016 2:38 am

Narração Todos

Frida ouvia o papo fiado entre Mifune e Miguel em silêncio, até que por fim se volta para a cria e o brujah.

_Parem de dizer besteira ocês dois, ou vou dar uma surra em ocês na frente de todo mundo!

_Aquele com máscara de cramunhão é Ernest, o vampiro mais velho do feudo e zelador do Elísio. Cês não vão arrumar ideia não... -Dizia de forma a repreender principalmente a cria-

_Vamos falar com Ethan, parece que os bajuladores deixaram ele em paz. Vamos antes que chegue outro lambe botas!

No caminho Mifune percebe que algumas pessoas lhe olhavam atravessado, enquanto outras sorriam dele, Frida não gosta do que estava acontecendo, mas apesar de tudo se controla, estava muito focada para tirar satisfação com alguém.

...

Ernest acena para Hecate dando a impressão que iria falar com a cria, mas tinha muitos no caminho e ele sempre parecia se ocupar com algo ou outra pessoa.

Ao seu lado uma vampira linda de tez negra lhe acompanhava a todo instante.

Hecate não sabe bem ao certo, mas ele parece ter anseio em chegar logo, mas como era dono de uma educação ímpar, não deixaria falhar na etiqueta.

Depois do príncipe parecia que dele era o mais requisitado na festa, sobrepujando mesmo aquela que é responsável por tudo; Ada Kayle.

Obah sente o peso do poder e influência de Ernest, parece que ele cuidou de algumas minúcias, recebeu elogio diverso, inclusive na escolha dos músicos que compunham o evento; estavam presentes os três maiores guitarristas do mundo, sendo um deles de Nova Orleans, a cidade natal de Obah.

...

Em um dado momento da festa Ada, uma das detentoras da mais bela voz do secto foi convidada a cantar uma canção.

Os músicos iniciam o que seria solo de uma linda música... As luzes se apagam e os refletores apontam para Ada diretamente. Os detalhes vermelhos em seu vestido brilham como rubi ao sol.

Ela estava nervosa, nitidamente tinha algo errado.

Quando a moça começa a cantar sua voz falha, ela sorrir timidamente.

_Desculpe gente, acho que é a gargantilha!
-Diz retirando o colar-

As pessoas sorriem, e perdoam a gafe, como perdoariam seu ídolo pop por esquecer uma das muitas letras que cantam inúmeras vezes.

Os músicos sorriem sem jeito e reiniciam o solo, até que no momento que chega a vez de Ada cantar, nada sai.

Foi notório que seus olhos se encheram de lágrimas.

Os músicos para não permitir que aquele vexame se instaure, continua a canção apenas nos solos, sem a voz, o que não deixou de ser uma bela e melodiosa canção.

Ada salta do palco e se direciona até um dos garçons que servia sangue puro, suas mãos estavam trêmulas e o sangue escorria pela sua roupa de forma desajeita. A vampira parecia a beira de um frenesi, mas Ada era muito controlada para deixar a nesta sumir o controle desta forma.

As luzes novamente se acendem, quando todos notam Ada no chão com um olhar perdido, estava completamente envergonhada.

...

Todos olham perplexos a falha daquela que nunca poderia falhar, sem terem coragem de se aproximar dela.

...

Três nosferatus de Dallas aplaudem a falha da bela Primogênita, como se tudo tivesse dado certo, como se suas performance tivesse sido um sucesso.

Não obstante a isso um homem elegante retira sua máscara e estende a mão a vampira do clã das rosas, ninguém consegue vê seu rosto ainda pois ele olhava para baixo, onde estava Ada, até que ele após dizer algo nos ouvidos da Primógena ela volta a sorrir se mostrando melhor, enquanto secava o rosto com um Lembo de cetim.

Então, finalmente este estranho se volta na direção de todos:

_Que o baile continue!



Aquele homem se tratava de um dos membros mais temidos entre a camarila e mais ainda pelos sabás. Não por ele próprio, mas por quem ele trabalhava.

Seu nome ninguém precisou mencionar, mas os nosferatu que sorriam, parecem ter sumido da festa ao notar que estavam enrrascados.

Em unissoro, como notícia ruim, os comentários corriam rápido, se tratava do Ex Arconte Vidal Jarbeaux, em pessoa.

...

Ernest pela primeira vez retira sua máscara, mantendo um sorriso cínico na direção daquele homem.


Última edição por Narrador em Sab Maio 14, 2016 4:46 am, editado 1 vez(es)
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Seraph em Sab Maio 14, 2016 3:35 am

Narração Seraph - Willian (Assim que Willian o respondeu.)

*Após o relado um tanto sádico do Ventrue, Seraph da de ombros pouco se importanto com o que aconteceu com o carniçal dele, ser Filho de Malkavian tinha um preço e o de Seraph era ser aleijado emocionalmente, então mesmo que Willian tivesse matado toda sua família mais 100 outras de uma vez, isso não fazia a menor diferença.*

*Retribuo o aperto de mão do mesmo.*

-Não meu caro, nada de anormal até o momento, está tudo um tédio como no início da noite. Continuarei obsevando... Ah, e a propósito, bela máscara.

---------------------------------------------------------------

(Após a chegada do Arconte)

*Observava o mesmo se revelar, ele erá um homem temido e respeitado, a simples vista dele por aqui mostra que as coisas estão piores do que imaginamos. Me aproximo de Ethan, não fico colado a ele, mas próximo o quanto der.*

[OFF: Estou observando as coisas dentro do baile com o Auspícios 2 ligado. Assim, caso tenha algo que eu possa perceber , estou de olho]
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Miamoto Mifune em Sab Maio 14, 2016 4:00 am

(Mifune dava uma risada espoltanea e sincera até meio constrangedora, ele acha não só engraçado a resposta de Miguel como a de Frida, o sotaque dela era divertido para o japonês.)

Entao aquele é o Ernest? Ele tem uma fama lendária... Frida não diga isso, só em imaginar lutar com vc e eu já fico eufórico!

(O samurai agarrava sua espada excitado, mas essa sensação passa rápido ao notar os outros membros o olhando. Mifune havia escolhido aquela máscara que tampava todo seu rosto afim de esconder-se desses olhares. Pela primeira vez ele sente desonra em ser do clã Brujah, o bom humor de Mifune se esvai como pétalas de cerejeira no outono. Por outro lado, ele se lembra da fatídica reunião que teve com os anciões e presumia que fosse algo relacionado aquilo. Na verdade Mifune queria acreditar que fosse por isso que elas riam e o olhavam daquela forma.)

Tenno Hekai Banzai, significa "viva o imperador". Esse era o grito que a tropa de infrantaria japonesa gritava antes de fazer um ataque em massa contra os americanos. Os ocidentais tratam esse ataque com desdenho e dizem não ser eficaz, mesmo os números mostrando que com um pelotao inferior os japoneses venceram diversas batalhas fazendo os aliados recuarem espantados.

(O samurai falava para Miguel mas ele fitava Ethan no seu discurso)

Ao contrário dos soldados americanos os soldados japoneses sabiam exatamente por quem lutar é porque lutavam e se alistaram dispostos a morrer pela causa. Quando um
Feudo tem essa unidade de pensamento e da causa, cujo consegue mover exércitos dispostos a fazer qualquer coisa para conquistar os objetivos do seu imperador!
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Obah Abdalla em Sab Maio 14, 2016 4:08 am

Obah traça um mapa mental do lugar e dos que ali estão, primeiro os que consegue reconhecer e depois dos que nunca vira. O fato de estarem de máscara sem dúvida dificulta e muito tal desenho, mas algumas figuras mesmo disfarçadas era fácil de se deduzir quem eram.

Não usaria de seus dons sobrenaturais ainda, estava relativamente cansada por tudo que fora feito desde a noite passada. Realmente não dormira tão bem como outrora, estava ansiosa pelo sucesso de seus feitos, sem dúvida queria impressionar seu novo aliado que pelo visto era a segunda pessoa mais importante do feudo depois do príncipe superando até mesmo o tremere.

De repente uma pausa na construção que realizava em sua mente para assistir a performance vergonhosa da primogênita. Ao final do espetáculo bate palmas devagar como se saboreasse a vitória de algo sobre algo, tamanho era seu sorriso de satisfação.

De canto observa Ernest com uma expressão ainda mais satisfeita que a sua, evita pensar em algo sobre aquele homem naquele momento, muitos poderiam invadir sua mente facilmente ali. Mas que serpente era aquele velho ancião! "HAHAHAHAHA"

A vergonha de Ada é suprimida por uma presença que desconserta alguns presentes no salão, não seria justo alguém atrapalhar aquele que seria um grandioso espetáculo, o frenesi da toreadora. Alguns membros desaparecem repentinamente no salão,  ela tenta desvendar o rosto que conduz Ada para fora dos holofotes da derrota. Em seus pensamentos diz:

"Com essa mão não!"

Outro movimento é realizado por Obah. Após o ato se vira se vira para Ernest.

- Senhor, posso passear pelo salão por alguns instantes?

Pergunta como uma criança num parque de diversões louca para usufruir de todos os brinquedos.

Se aquele comportamento era blefe de uma "criança" da noite ou uma realidade estava difícil de decifrar.
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Miamoto Mifune em Sab Maio 14, 2016 4:10 am

(O samurai então parava vendo a cena desastrosa de Ada e ele quase acompanha os Nosferatus no aplauso. Mas ele se contém e na verdade sentia pena da Toreadora. Quando por fim ele ve o desfecho que mais parecia um conto de fadas, o samurai se inclina próximo de Frida e sussurra)

Quem é o Bonitao que deixou geral com rabo entre as pernas?!
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Re: The Elephant Room

Mensagem por William Reddington em Sab Maio 14, 2016 4:31 am

William-Seraph-Narração

William meneou a cabeça positivamente mediante ao elogio do Malkaviano e disse:

-A sua também meu amigo, bela escolha de máscara.

Então sua atenção volta-se para a apresentação de Ada, que falha de forma miserável, porém, William mantém a compostura e assim que a mesma salta do palco, o Ventrue vai de encontro a mesma, fitando brevemente o Ex-Arconte que ali estava, enquanto se encaminhava até Ada o Ventrue pensava:

"O que o Jarbeaux ta fazendo por aqui, deve ter algum problema dos grandes por perto..."

William então assim que chega próximo a Ada, a toca no rosto puxando a atenção da Toreadora para ele, então o Ventrue que igualmente tinha uma bela voz que transmitia conforto apesar de grave, falou:

-Levante-se!

-E me acompanhe Senhorita Kayle, caminhe como a Lady que é, a anfitriã desse belo evento e deixe-me desfrutar da beleza de seus olhos e do seu sorriso, já que não pude desfrutar de sua bela voz.

-Espero que seja assim pelo resto dessa bela noite.


As palavras do Ventrue eram em um tom de ordem e logo a Vampira se sentia compelida a fazer tudo que William dizia, na verdade, a Toreadora se sentia avontade em faze-lo, como se aquele Ventrue, fosse algum tipo de amigo que lhe foi consolar em um momento difícil.

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Re: The Elephant Room

Mensagem por Narrador em Sab Maio 14, 2016 5:20 am

Narração - Todos

Frida cerra o punho ao ver todo aquele episódio de merda e mais uma vez ser frustrada em suas ações.

_Caraio, parece que não vai ser hoje que vou conseguir te amostrar pro príncipe!

Então, assim como todos os outros, Frida acompanha o vexame e queda daquela Primógena.

Quando a cena chega ao seu auge, com a chegada de Jarbeaux, a mesma olha para o príncipe e os demais membros presentes.

Frida retira sua máscara, parecia sufocada; todavia guarda dentro do bolso interno de sua jaqueta.

_Este membro é o filho da traidora, antiga Justicar Toreadora Madame Guill, o terror das criancinhas do sabá. -Dizia por cima dos ombros, respondendo a pergunta de Mifune-

_Ele é um ex arconte!

...

Ernest se mantinha entretido, como se visse um espetáculo, quando subitamente se volta para Obah com um olhar de satisfeito.

_Faça isso minha amada, só não se afaste muito, você precisa conhecer sua irmã Hecate.

Ernest parece tornar a ficar distraído, mas a última coisa que ele poderia estar é distraído; quando se volta então para Obah novamente.

_Não precisa mexer mais em nada. -Dizia na mente da bela serpente-

_Vá se divertir!

...

William em uma ação muito nobre age de forma rápida, seja lá o que Vidal disse a Ada, ele agiu como um anjo, que aplacou os sentimentos de frustração da vampira, que quase cedeu a sua besta antes de sua revelação. Todos poderiam lhe taxar como canalha, mas sua presença foi crucial para a situação não fugir do controle.

Certo que teve muitas intervenções, mesmo não sendo vista, até mesmo o príncipe parece ter feito algo ao longe e Ernest também.

Todavia a presença de William agora parece funcionar como uma bússola, que guia o pequeno barco para fora de um mar revolto.

Ada então apóia as ações de William e concorda em se retirar junto com ele.
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Miamoto Mifune em Sab Maio 14, 2016 6:01 am

(Mifune observava o Toreador)

Tsk!Se ele é tão Fodao, para ter essa alcunha, onde o mesmo estava durante nossa reunião de ontem? Ele deveria ser peça fundamental na proteção do feudo.

(Mifune ficava vendo a cena e notava que Ada conseguiu se controlar, ele já estava torcendo para que eles entrasse em frenesi e atacasse todos como uma louca)

De qualquer forma tem muitos figurões aqui, só falta aparecer o Boris. Na verdade não vi nem aquele soldado dele, aposto que ele tá lá fora limpando as armas. Bom Frida agora as coisas se acalmaram é melhor irmos antes que alguém mais resolva cantar
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Anabelle-Ethan

Mensagem por Anabelle em Sab Maio 14, 2016 7:49 pm

*Assim que musica acaba, Anabelle volta junto com Ethan para a mesa que  fora reservada à eles. Polidamente cumprimenta todos que lhe são apresentados, e tenta focar-se na festa o máximo possível, afastando de sua mente aquelas imagens nebulosas.
Fixa em sua mente os nomes e  títulos, até mesmo chega a trocar palavras com alguns membros.
O baile segue amenamente, entre disputas de egos e olhares ferinos trocados discretamente. A malkaviana se pergunta quanto tempo fazia que ela  não via tantos  sorrisos falsos e cinismo reunidos.
Se ela havia em algum momento esquecido porque se afastara da sociedade cainita por tanto tempo, aquele  baile com certeza era um excelente lembrete... Talvez ela devesse...
Sua linha de raciocínio é interrompida pelo inicio da apresentação de Ada. Sendo a anfitriã um membro do clã da rosa, e ainda mais a representante oficial deles na corte, Anabelle  não espera nada menos que uma apresentação primorosa.
Quando a toreador comete o primeiro  deslize, a descendente de Malkav pensa ser apenas um artifício para melhorar ainda mais a apresentação e causar tensão entre os convidados, e tornar o “grand finale” ainda mais empolgante. Mas, quando aquela cena deprimente se desenrola e Ada cai, em um reflexo Anabelle levanta-se no intuito de  ajudar a primógena. Ninguém merecia tamanha humilhação. Menos ainda a organizadora daquele evento.
Quando palmas empolgadas  são ouvidas ela olha diretamente para os entusiastas da desgraça. Sacode negativamente a cabeça com desgosto, não era de se esperar menos de um ambiente com tantas aves de rapina e hienas reunidas.
Ela havia dado apenas dois passos quando o ex-arconte vai a socorro da toreador. Talvez a presença dele fosse o motivo de tamanha inquietação em Ada.
Anabelle interrompe seu percurso, ao perceber que os ânimos se acalmam e que os Nosferatus haviam “evaporado”.
Com delicadeza volta para a mesa, sua ajuda não fora necessária, provavelmente ninguém sequer percebera sua movimentação.*
Ao sentar-se ao lado de Ethan não pode deixar de comentar:


-Parece que o espírito de disputa, e a vontade de ver os outros membros em situações constrangedoras em nada foram abalados pela situação delicada pela qual esse feudo atravessa.


*A voz de Anabelle denotava profunda decepção, não entendia como aquelas criaturas da noite tão facilmente esqueciam como tantas outras cortes haviam sido dizimadas anteriormente.
Parecia que não havia dado se conta do abismo que estava bem diante deles, e como aquilo tudo estava prestes a ruir caso no reagissem muito rapidamente.
Assemelhavam-se muito mais a um bando de crianças na pré-escola, ora disputando a atenção da professora, ora brigando entre si, do que um grupo de criaturas seculares que haviam atravessado guerras, ápices e declínio de impérios inteiros. Sempre destroçados sem piedade apenas por um motivo... Seus regentes e líderes ficavam com a atenção dividida entre as disputas internas e golpes de estado, tendo assim menos tempo para as ameaças externas.
Aquele cenário teria de mudar rapidamente se realmente desejavam destruir a célula do Sabá e impedir o avanço do Alfaiate e seus comparsas.
A sede de poder ali era tão grande que a grande maioria seria facilmente ludibriada por ofertas de lideranças na nova corte que seria instaurada caso o inimigo triunfasse.
A inquietação de Anabelle voltara com força total,  com gestos nervosos ela volta  a brincar com o pingente em seu pescoço e  morder o lábio inferior.*
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Re: The Elephant Room

Mensagem por Obah Abdalla em Dom Maio 15, 2016 12:20 am

Obah acena com a cabeça afirmativamente, entendendo que o show com a toreadora acabou... para ela infelizmente. Mas em obediência decide acatar a ordem imediata de Ernest.

- Será um prazer conhecer Hecate, sua fama atravessa cidades. Saberei o momento de voltar.

Distraidamente como quem não quer nada sai salão afora em busca de um tipo peculiar de membro, provavelmente fácil de identificar mesmo num baile de máscaras. Dentre as características que busca estão: corpos grandes e musculosos, faces ranzinzas (se possível ver), comportamento agressivo com garçons e demais pessoas próximas, barulhentos e etc. Começaria primeiro pelo perfil estereotipado dos Brujahs, se não fosse possível identificar partiria para o jeito mais difícil... se aproximar e perguntar.

Na sequência buscaria por um certo ventrue, conhece-lo a fundo estava entre um dos objetivos da noite, queria influencia num território de posse dele. Precisaria ser delicada em suas ações e palavras assim que o encontrasse (off: narrador, nosso amigo político).

Nota que o príncipe está sentado em uma mesa acompanhado de uma garota de face angelical, seu olhar felino para ela é a reação de alguém que não gosta do que ver. Porém não se atreve a permanecer encarando o casal, uma hora teria sua oportunidade com Ethan e não seria diante de tantos holofotes.
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