Ruas centrais

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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Qui Jul 21, 2016 8:26 pm

Os homens começam a se organizar para encerrar aquele expediente, era notório os olhares de felicidade por terem vencido mais uma guerra ao lado de seu ardiloso líder.

Enquanto Henry desempenhava a missão dada por seu mestre, o "Colaborador" diz, fazendo um gesto de saudação como se prestasse uma continência sem zelo algum:

_Al'Kazim, a seu dispor.... -Henry, com rispidez coloca o saco preto na cabeça do homem, enquanto um sorriso insano é ouvido por trás desta-

Após isso Henry entrega o mesmo a um dos subordinados que tão somente cumpri.

Uma mochila é encontrada, com o artefato explosivo, bastando apenas o destravamento do botão para ser acionado.

_Esta travado, eu consigo finalizar esta faxina!-Diz Luiggi se dirigindo até a bomba-

...

Estava tudo sobre controle, quando uma enorme sombra de um ser alado passa por sobre a cabeça de vocês a uma distância segura, realizando após isso uma manobra de aterrizagem veloz, reduzindo gradativo conforme pousava na represa. No caminho até ela, o helicóptero dispara algumas vezes, sem conseguir atingí-la.



_Senhor, não posso mais atirar sem arriscar causar maiores danos na represa!

...

Naquele momento as Palavras de Madame Dara faziam todo sentido: O destino é imutável!

...

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Re: Ruas centrais

Mensagem por William Reddington em Qui Jul 21, 2016 11:13 pm

William-Narração

William sorri para seu colaborador, quando Henry ensaca a cabeça do mesmo com o saco preto, observava o mesmo ser tirado e apenas diz:

-Tratem-no com o devido respeito, é um dos nossos..

Logo então, um aviso é dado que encontraram a mochila na qual havia a bomba, Luiggi toma a frente e William apenas assentiu com a cabeça positivamente.

...

Foi quando de repente uma criatura surgia do nada, voando em direção a represa, escapando dos tiros dados pelos seus homens e pousando na represa. A criatura era assustadora para a maioria, mas para William, uma criatura da noite, já havia visto ratos no boeiro que eram muito mais assustadores do que aquela criatura alada.

....

Logo as palavras de Madame Dara vem em sua mente, como uma lembrança vaga, porém, o Ventrue sorri e enquanto sussurra para si próprio:

-Maldita cigana, me atormenta com suas baboseiras mesmo após a morte!

Então, William fala no rádio com o Helicóptero os respondendo:

-Cessem o fogo então e joguem uma escada para mim!

-Irei pessoalmente de encontro com a criatura!

O Ventrue então aguardava que seus homens no helicóptero jogassem a escada e por fim diz em direção a seus homens:

-Vocês fiquem aqui e me dê suporte a distância, não permitirei que mais nenhum de nossos homens caia e nem que nossa cidade seja assolada por uma catástrofe devido a represa.

-Dessa vez, eu vou pessoalmente resolver isso!

O Ventrue então, caso joguem a escada, a pegara, subindo na mesma e fazendo sinal com a mão para que o levem em direção a criatura.
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Sex Jul 22, 2016 1:05 am

A escada é lançada aguardando William subir por ela.

No instante que isso ocorre a criatura urra um rugido estridente. Ao fazer isso três homens correm de pavor, enquanto alguns, os que tentavam se manter firmes, não estavam em seu estado natural. Tinham muito receio.

Luiggi se deita no chão e mira com a luneta enquanto recitava um Salmo:

_...traga sobre eles o dia do mal e destrua-o com dobrada destruição...

See se senta no chão, fazendo a posição de lótus.

_O piloto esta fortalecido mentalmente. Seja breve William! -Dizia o oriental-

...

Enquanto William se prepara para subir as escadas, ouve um som seco no solo próximo a si e outros dois barulhos na água.

Tamanho era o pavor nos humanos que eles tentaram fugir do jeito que acharam melhor. Estavam todos tomados pelo medo.
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Sex Jul 22, 2016 1:10 am

Off: William deve testar CORAGEM dificuldade 6. Caso não seja bem sucedido pode gastar um de FDV.

Todavia caso tenha uma falha crítica deve abandonar a ação e interpretar da maneira do William o medo.
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Re: Ruas centrais

Mensagem por William Reddington em Sex Jul 22, 2016 3:19 am

William-Narração

William subia na escada, voltou seu olhar na direção da Oriental e disse:

-Obrigado pela a ajuda!

Então ouvia o grito estridente da criatura e via seus subordinados correrem de medo, isso seria trabalhado pelo Ventrue, assim que voltasse. Sim, William estava confiante, na verdade aquele maldito sorriso em seu rosto era prova de sua auto-confiança, era assustador ver o quão confiante, corajoso, louco ou simplesmente burro era o Algoz, os mortais ali mal podiam entender o por que aquele homem que dependia de vários seguranças, se mostrava tão destemido. Mas em seu íntimo, talvez entendesse naquele momento, o por que seguiam William, o porque ele era conhecido e temido.

....

William fitou a criatura a todo momento enquanto o helicóptero o levava em direção a represa, em um local que pudesse ficar frente a frente com a criatura. Apesar de sua imponência e presença aterradora, a criatura podia ver a tranquilidade de William, uma tranquilidade irritante de se ver. Quando finalmente o Ventrue, conseguiu chegar a represa e o deixaram em uma altura segura para que pudesse descer sobre a mesma, William saltou da escada, caindo ao chão de forma pouco habilidosa, porém, o suficiente para não cair, então ajeitou a gravata enquanto dizia fitando a criatura:

-Agora vamos resolver isso eu e você, bicho asqueroso...

Nesse momento, William sorriu e nesse exato momento a Criatura podia sentir seu coração (se é que havia um), como se pulsasse novamente, uma aura de pura empatia cercava aquela criatura que agora sentia em seu coração, em seu íntimo, um amor, uma amizade ou melhor um Zelo pelo Algoz que estava a sua frente, ele não se sentia dominado por William, porém, o sentimento de querer ajuda-lo fazia agora parte de seus pensamentos, parte de sua vontade, parte de seu querer. William então continuou suas palavras enquanto caminhava lentamente em direção da criatura com certa confiança:

-Acho melhor você desistir de fazer isso que está fazendo, você vai acabar me prejudicando e não queremos isso não é mesmo?

William demonstrava confiança, sorria, mas se mantinha também atento, para não ser pego de surpresa.


OFF:

Sucesso no teste de Coragem: 4 Sucessos.

Sucessos no teste de Transe: 2 Sucessos. ( Segundo a tabela do nivel da disciplina, a criatura ficará um dia como meu 'servo')

Descrição de Transe:

- Transe

Influenciando a emoção dos outros, o vampiro pode torna-las seus servos. Já que este poder é feito por livre vontade e amor e não por dominação cerebral, os alvos mantêm suas criatividades e habilidades.

Sistema: Aparência + Empatia (dificuldade igual a Força de Vontade permanente do alvo).

1 Sucessos - Uma hora
2 Sucessos - Um dia
3 Sucessos - Uma semana
4 Sucessos - Um mês
5 Sucessos - Um ano

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Anabelle-Narração

Mensagem por Anabelle em Sex Jul 22, 2016 9:01 pm

*O coração de Anabelle se contrai diante da cena, mas ela nada diz, apenas seguindo a sugestão do pobre rapaz.
Sempre relutava em usar seus dons amaldiçoados sobre os humanos, não achava justo influenciá-los daquela forma.
Mas bem sabia que todos possuíam um espirito/mentor que os acompanhava fosse onde fossem.
Poucos conseguiam conversar com tais seres, e ela, particularmente conseguia acessá-los.
Aqueles que acompanhavam os humanos normalmente exerciam forte influencia sobre eles, e nesse momento, ela resolve apelar à eles, para manter a serenidade, acalmar ou até mesmo entorpecer a dor daqueles corpos dilacerados.
Pondo-se de joelhos ela passa a murmurar uma prece quase inaudível, pedindo a ajuda aquelas criaturas invisíveis.*
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Dom Jul 24, 2016 10:32 pm

Enquanto William iniciava o processo de "transe", sente a represa tremer como se um enorme animal tivesse se chocado nela pela parte interna.

Após fazer uso de seu dom, William não sabia ao certo se conseguiu ou não ser bem sucedido, mas nota que a criatura reclina a cabeça como uma besta que estava em busca de compreensão.

A bem da verdade ela não estava ali para atacar o algoz nem a seus homens, apesar de poder fazer isso se assim desejasse; estava ali para cumprir seu objetivo.

Avaliando o dano causado com o impacto/tremor, William percebe que o mal já havia sido feito.

A criatura se pronuncia da forma que conseguia, em uma entonação de preocupação por William ter lhe seguido e agora serem "bons amigos":

_PLAAAAASTUS?

_ROUP EASST BUSSSTRTRR SSSSSEEEEEEEEAAAAAAAA!

Em um impulso a criatura salta voando alto. William poderia ordenar um ataque caso desejasse.

...

"ALGOZ?

JÁ ESTA FEITO AMIGO!" -William ouve a seguinte mensagem em sua mente-

...

William se vê sozinho novamente, enquanto ouve o barulho de água, água que escorria de uma rachadura da grossura de um dedo, que se expandia de baixo para cima.
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Dom Jul 24, 2016 11:33 pm

Quando Anabelle se ajoelha e reza aos deuses antigos uma voz próximo a si diz:

_Você deve ir embora moça!

Em seguida um grito de pavor é escutado da direção de onde William estava. Todavia não eram vozes do plano humano, mas todas falavam em idioma inglês com sotaque de Austin.

Inicialmente a segunda voz ouvida estava longe, mas repete e se ouve baixo.

_DROGA BRITTEN, NÃO ERA MINHA HORA. EU TENHO UM BEBÊ RECÉM NASCIDO CARA!

_CORRE BRITTEN, CORRE, SENÃO VOCÊ VAI SER O PRÓXIMO!

_POR QUE VOCÊ NÃO ME OUVE BRITTEN... COM MIL DEMÔNIOS, DEIXA ESSE BABACA PRA LÁ E SE SALVE!

Esta última voz não era direcionado a você.

_Conseguiram, não há nada mais a se fazer. Você deve ir embora moça!
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Anabelle-Narração

Mensagem por Anabelle em Ter Jul 26, 2016 3:36 pm

*Anabelle fica feliz ao perceber que os seres invisíveis aos olhos lhe ouviam, levanta-se e sorri ao perceber que ali eles pareciam mais calmos. Ela passa a mão nos joelhos para tirar a terra e gravetos, olha uma vez mais para os “soldados” ali presentes.
Era esse tipo de situação que a fazia amar a humanidade, aqueles homens estavam dispostos a dar sua vida sem pestanejar.
A cainita morde o lábio inferior, sabia que se não saisse dali imediatamente acabaria por derrubar lágrimas escarlates por aqueles que certamente deixariam esse plano.
Ela grava bem o nome daquele que acabara de ser pai, enviaria anonimamente alguma ajuda financeira para a esposa dele, certamente ela precisaria.
Ela é tirada de seus devaneios pela voz cheia de urgência que a dizia para deixar aquele local. Anabelle sabia que ao receber um alerta desses seres, era melhor ouvi-los. Rapidamente ela se aproxima de Edward, tocando seu braço com delicadeza. O tom alvo de sua mão contrastava de maneira delicada com a pele bronzeada do carniçal.*

-Ed, precisamos ir...Agora por favor. Acho que conseguiram detonar a represa, avise a todos aqui para irem também...

*Ainda emocionada, a voz da cainita vacilava. Sem esperar pela resposta de seu servo, ela começa a caminhar rapidamente em direção ao carro*
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Qua Jul 27, 2016 11:39 am

O recém falecido não disse o nome, ele chamava o nome do amigo, em vão. Poucos tinham a habilidade de ouvir os espíritos de maneira natural, talvez em toda Austin Anabelle seja a única.

Bom, e pelo desenrolar dos fatos "Britten" se encontraria com seu amigo em breve.

...

See e Luiggi também estavam lá, próximo a represa, mas também não voltaram.

...

Conforme ordenado Edward faz, e se aproveitando da posição de autoridade que todos pensavam que era, grita em bom tom:

_Vamos levar inicialmente os vivos. Estão tentando explodir a represa, e pelo visto já conseguiram causar algum dano a ela. Este local não é mais seguro!

_Andem, adem homens... -Dizia batendo palmas motivadoras- Só vou descer depois do último!

Edward coloca dois corpos dos falecidos um em cada ombro. Era muito forte e aquele peso era quase que irrisório...

...

Os paramédicos se apressam em fazer o mínimo, para dar continuidade nas ambulâncias. Feito isso, a equipe médica carregar os feridos.
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Anabelle em Sex Jul 29, 2016 5:54 pm

*Anabelle sorri satisfeita com a atitude de Edward, apenas não fica muito contente quando ele diz que será o ultimo a descer.
Sem pestanejar a cainita  volta para o carro, e espera por Edward ali. Ainda pensa no “soldado” que deixara um bebê recém-nascido. Precisava tomar uma atitude em relação aquilo, só de pensar em uma pobre viúva com um bebê seu coração apertava-se.
Precisava aprimorar o dom de conversar com os espíritos , não conseguira a informação que desejava nessa oportunidade, mas precisava estar pronta para fazê-lo na próxima vez que precisasse.*
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Dom Jul 31, 2016 11:47 pm

Não demora muito para toda equipe descer; não mais que cinco minutos.

Mas para Anabelle aqueles foram minutos de tensão, quando a todo instante, quando o ar agitava a copa das árvores, imagina que estava sendo engolida por litros de água, barro e tudo que a força da água pudesse carregar.

Foi quando Edward abre e porta e cerra em seguida, colocando o cinto.

_Vamos cair fora daqui! -Dizia apresentando um certo nervosismo-

Edward abre caminho para a ambulância, fazendo se passar por um carro de polícia, com giroscópio e tudo.

_E seus amigos bruxos? Não consegui achar eles entre os feridos, devem estar com o algoz!


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Anabelle-Narração

Mensagem por Anabelle em Seg Ago 01, 2016 5:53 pm

*Anabelle  permanece nervosa mesmo após entrarem no carro e partirem de volta a casa de penhores.
Sentia como se a destruição estivesse em seu encalço. Mal registra as palavras de Edward, desejava apenas estar segura em seu refúgio.
Quando o carniçal cita os magos Anabelle volta à realidade. Pega rapidamente o celular e liga para casa de penhores, precisa comunicar a prima sobre o que havia acontecido, seria uma lástima se qualquer um daqueles que haviam se disposto a ajudá-la sofresse algum mal.
Anabelle não conseguiria perdoar-se. Assim que a vendedora atende o telefone a malkaviana pede que passe a ligação imediatamente para o escritório de Edward.*
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Re: Ruas centrais

Mensagem por William Reddington em Dom Ago 07, 2016 2:17 am

William-Narração

William sorria para a criatura quando a mesma parecia pronunciar algo que ele não identificava, parecia que a mesma se mostrava confusa para com Algoz e seu pedido, foi quando um estrondo foi dado e a criatura alçou voo. William imediatamente disse em seu rádio:

-Aconteceu alguma coisa!Todos ai embaixo, recuem o mais rápido possível!

O Ventrue acompanhou a criatura que voava com o olhar, enquanto observava o dano na estrutura da represa e exclamou:

-Droga!

Foi nesse momento que recebeu a mensagem telepática, fazendo suas sobrancelhas se erguerem em estranheza, então, a criatura tinha consciência de fato, foi quando o Algoz disse novamente no Rádio, mas dessa vez para seus homens no Helicóptero:

-Venham me buscar, joguem a escada!

Assim que os mesmos o fizessem, William subiria na escada e ordenaria para que jogassem novamente as cordas de rapel que seus homens usaram para descer quando chegaram, para que pudessem também, ajudar aqueles que não conseguissem sair a tempo.
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Dom Ago 07, 2016 3:29 pm

Narração Anabelle

Anabelle estava segura a princípio, e conforme se afastava mais e mais, seu espírito se acalmava(Em relação a manter sua integridade).

Foi quando alguém do outro lado da linha atendeu:

_Casa de penhores...-Não deu tempo da moça fazer o protocolo de atendimento-

Cada vez mais que Anabelle vomitava informações de urgência enquanto a moça exclama demonstrando estar um pouco assustada...

_Ahã... sim... sim... Ok já estou indo para lá!

Passos apressados e o som de algo caindo é ouvido no intervalo entre conversa.

_Softer falando. Não precisa se preocupar, já estou com os rapazes!
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Dom Ago 07, 2016 3:52 pm

Narração - William

Um pouco de resquício que William tinha de humanidade tocou sua alma e derrotou em um nocaute o monstro que existia dentro de si.

O Ventrue poderia dar cabo daquela guerra, destruindo o que imaginava se o alfaiate, o líder dos monstros, o carniceiro de Praga.

Quando deu a ordem para resgatar os sobreviventes, um dos soldados salta e amarra William em uma corda, que rapidamente é içado ao helicóptero. Nesse momento William nota a criatura se evadir do local em um voô ligeiro, alcançando rapidamente as nuvens.

O procedimento se repete muitas vezes, enquanto as rachaduras parecem aumentar com o tempo. Foi quando o último homem foi salvo e o helicóptero ganhou altura, que um segundo estrondo semelhante ao primeiro foi ouvido.

Não eram sons de bombas, era como se fosse um animal muito forte se chocando com força nas estruturas.

...

Neste ínterim uma enorme abertura se faz, e a represa se rompe.

Litros e litros de água saem de uma única vez, se misturando a terra, arrastando inicialmente árvores, após isso casas, e tudo que estivesse pelo caminho.
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Anabelle-Narração

Mensagem por Anabelle em Ter Ago 09, 2016 9:17 pm

*Anabelle finalmente suspira aliviada. Agora o alvorecer se aproximava e nada mais poderia ser feito. Mas na noite seguinte ligaria para William, gostaria de saber o que se passara na represa.
Suas pálpebras começam a ficar pesadas, o início daquela noite já havia sido bastante cansativo, e o ela se desenrolara de forma extremamente desgastante.
A cainita sentia fome e cansaço. Olha o perfil de Edward a seu lado. O observa durante alguns instantes, ele parecia bastante compenetrado*

-Ed… Vamos para casa, sinto-me exausta, nada mais poderemos fazer nesta  noite, estou preocupada com William...Mas… prefiro ligar amanhã… Talvez...ele… esteja… empenhado… em salvar... ª... própria... pele… e uma... ligação... atrapalharia.

*A malkaviana lutava contra o sono e sua voz já mostrava-se arrastada e letárgica.*
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Qua Ago 10, 2016 12:48 pm

A cada metro que o veículo percorria de maneira veloz, a cada segundo que se passava, Anabelle se sentia mais segura. Imagina o raio de destruição que a represa causaria, quantas famílias iriam padecer, o caos que a cidade enfrentaria no futuro. Não eram pensamentos felizes.

_Aconteceu!

Inicialmente Anabelle se pergunta se Edward começava a ter lampejos do futuro; como sua senhora, mas percebe que não ao notar que o mesmo olhava fixamente pelo retrovisor. Ao olhar para trás percebe que milhões de centenas de litros do rio colorado se espalharva pela paisagem ao redor de forma caótica e incontrolável.

Era algo lindo de se ver, se não fosse pela calamidade e destruição que causava. Casas e árvores eram levadas pela força da água, uma água agora barrenta e muito forte.

Edward instintivamente pisa mais fundo na aceleração, aproveitando o máximo de velocidade que conseguisse, parecia ainda ter receio de ser alcançado.
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Mensagem por Anabelle em Qua Ago 10, 2016 3:03 pm

*Anabelle começava a fazer uma prece em voz baixa pelas almas que se perderiam naquele desastre. Milhares de vítimas inocentes que sequer saberiam o que acontecera enquanto eram embalados por Morpheus.
Aqueles espíritos ficariam perdidos e sem saber onde realmente estavam, e como deveriam agir. Pedia para que os mestres ascensionados olhassem por aquelas pobres almas.
Sabia também que ela, teria noites terríveis por algum tempo, pois o dom de ouvir os desencarnados era uma benção e também uma maldição.
Apesar do sono que a deixava letárgica nesse momento, ela precisava fazer uma medição antes de entregar-se ao mundo dos sonhos, precisava invocar os sete raios e pedir para que o desencarne daqueles que pereciam nesse momento não fosse tão traumático como se esperava ser.
Ela ainda tentava planejar como faria para resistir ao sono quando é puxada de volta à realidade pela voz de seu companheiro mais fiel.*

-Mas como você pode ter certe…

*Antes de terminar a frase ela vira o rosto para a estrada que deixavam para trás e nesse momento se o coração as cainita ainda batesse, com certeza, teria sido paralisado pelo medo.
Instintivamente ela fecha os olhos como se aquela imensa onda viesse sobre ela. Ela não é capaz de conter as lágrimas escarlates que mancham as bochechas pálidas.*

-Meu Deus, tenha piedade dessas almas, ajudai-os a compreender seu desencarne.

*Anabelle volta seu olhar para a frente e continua rezando em silêncio por aqueles que deixavam esse mundo.*
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Sex Ago 12, 2016 1:00 am

Anabelle reza pelas almas dos mortos e se esforçava, apesar de praticamente ser inevitável, absorver toda aquela tragédia que lhe perseguiria por dias.

Foi inevitável também esconder sua dor e frustração dos filhos de Malkav. Precisava dividir aquilo com alguém e a bênção do primeiro, se tornaria maldição para todos os seus iguais também.

Foi quando em meio aquele caos, sua mente apaga e tudo que ser recorda são lampejos.

Lembra de ter sido conduzida por Edward até o habitual lugar de descanso, lembra também de seus ferimentos novamente se abrirem na cabeça indicando que o sol acabara de apontar no leste e como todo início de um novo dia a feita se abria, lembra também de um frenesi controlado por um TRIZ, e por fim o desacordar.
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Sex Ago 12, 2016 1:04 am

Narração William

O helicóptero conduz William até sua residência.

Off: pode considerar que a noite chegou ao seu fim, e o vampiro sequer teve tempo de retirar a roupa do corpo.
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Carbrey em Dom Ago 20, 2017 3:04 pm

Carbrey desce do carro analisando a situação em que a polícia tentava controlar. Carbrey procurava por alguma brecha para conseguir entrar no Elísio, ele precisava de respostas e estava determinado a entrar porém procurava por uma maneira discreta para não levantar suspeitas e quebrar a máscara. Carbrey procurava por alguma escada de emergência que não estivesse sendo vigiada pela polícia e então daria início aos seus planos.
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Ter Ago 22, 2017 1:04 pm

Carbey encontra muita dificuldade para passar da barreira policial e manter a mão a todo instante no bolso de sua jaqueta poderia piorar a situação, afinal, bandidos escondem armas e agem de modo igualmente suspeito.

Off: teste desteza+furtividade para uma aproximação sem levantar suspeitas. Tendo ciência que é uma manobra deveras arriscada.
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Carbrey em Ter Ago 22, 2017 1:45 pm

Carbrey se preocupa em ser pego e revelar sua mão porém sua determinação em busar informações sobre o paradeiro de seu mestre.
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Re: Ruas centrais

Mensagem por Narrador em Ter Ago 22, 2017 1:45 pm

O membro 'Carbrey' realizou a seguinte ação: Lançar dados


'd10' : 3, 8, 7, 4, 5, 3, 4, 8
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